CANTAR? EU?


Tempos atrás, minha família e eu frequentávamos uma igreja em que havia um grupo formado por alguns casais e jovens que se apresentavam cantando hinos e músicas cristãs durante as reuniões dominicais.


Ao ouvi-los pela primeira vez, posso dizer que meu interesse na música foi despertado e comecei a cantar neste grupo. Sim! Cantar, foi isso mesmo que você leu!


Mas o simples fato de ter me interessado pela música não fez de mim um cantor profissional conhecido, até porque descobri que cantar ou tocar algum instrumento nunca foi a minha vocação.


Na verdade, essas atividades contribuíram para o aprendizado de resiliência, persistência e dedicação.


Lembro-me, nitidamente, do primeiro ensaio que participei em que a regente me disse (após ter me ouvido cantar): “Weber, como você começou a cantar hoje preciso que durante nossa apresentação somente mexa seus lábios, não precisa cantar. Todo cantor quando começa a cantar precisa fazer assim, é uma técnica, está bem?”


Após o primeiro ensaio fiquei mais entusiasmado do que já estava e disse aos meus pais: “Eu Sou um cantor!”


Tenho certeza de que você não gostaria de me ouvir cantar. Muito gentilmente eles me disseram para que eu praticasse e fizesse da melhor maneira todas as tarefas que eu tinha me comprometido a fazer.


Dentre as atividades que você tem realizado, mesmo não sendo a sua vocação, pergunto a você, caro leitor: o que mais tem aprendido? O que de melhor há em você que contribua para a realização dos seus sonhos e objetivos?


Lembre-se disso: Por trás de uma ação, há sempre uma intenção positiva!


Pense nisso!


Até breve,




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